sábado, 29 de agosto de 2009

Dica de Leitura

A tulipa negra
A TULIPA NEGRA AUTOR: ALEXANDRE DUMAS PEQUENA BIBIOGRAFIA: Alexandre Dumas, neto de um marquês francês e de uma escrava dominicana, Alexandre Dumas viveu entre 1802 e 1870. Nascido fora do casamento, o romancista francês não contava com fortuna. Trabalhou como escriturário, antes de alcançar sucesso como autor de dezenas de romances de grande popularidade. Foi também dramaturgo renomado. Profundo conhecedor de história, criou a partir delas narrativas inesquecíveis, como A tulipa negra, um dos seus mais cativantes romances históricos, publicado em 1850. Nesse livro, A tulipa negra, a turbulência política funciona não como um retrato da época, mas como uma complicação dramática que envolve os personagens Van Baerle, Rosa e Boxtel. O massacre dos irmãos De Witt pela população de Haia em 1672 repercutiu em toda Europa pela sua brutalidade, em um país considerado civilizado, culto e tolerante, segundo o descreveu o filósofo Descastes, em Amisterdã, a Holanda era um país onde todo cidadão podia sentir-se livre e seguro. A tulipa negra; a falsidade e a inveja esbarram com o amor, que nasce, assim como a flor perfeita, na situação mais adversa. Van Baerle, o cultivador de tulipas, encontra amparo em sua própria consciência para suportar um castigo injusto enquanto Rosa, uma mulher simples e de pouca cultura e sem posses, deixa-se enlaçar pelo amor, criando forças para antepor-se a um poder imensamente superior. Os personagens de Alexandre Dumas são simples, sem complexidade psicológica nem dilemas íntimos. Boxtel, o mau caráter, e extremante,invejoso e sempre movido pela cobiça. Rosa, no extremo oposto, pelo amor, e Van Baerle, pelo amor, que passa das tulipas para Rosa. Nenhum dos personagens é mau ou bom o ao mesmo tempo. Os heróis não cometem atos indignos; os vilões nunca mostram o lado bom. Percebemos, ao ler Alexandre Dumas, que seus personagens-tipo, são caracterizados por um único fator, seja vício ou virtude. Quem for virtuoso o será sempre, quem for ignóbil, também o será sempre.Com essa característica, os personagens são rapidamente captados pelos leitores, que logo sabem para quem torcer: o leitor torce sempre para que o bem vença o mal. Importante salientar que Van Baerle e Rosa venceram todos os obstáculos com maestria e arte, transformando a arte de cultivar tulipas raras e amor pelo semelhante em uma epopéia digna da época.

2 Pensamentos:

  1. Nossa esse livro parece interessante...
    eu num tinha ouvido falar dele n
    masi é bom porque ai procuro e leio...

    E ai chuchu como ce ta?
    e a escola rs/

    beijão

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